quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Aula: Ilha das Flores

Nossa apresentação, digo nossa, pois foi trabalhada em parceria com a professora Josefa, docente na Eja, uma vez que me encontro readaptada na sala de leitura como regente de biblioteca, atendendo alunos, professores e demais segmentos da escola. A atividade teve como objeto a ser trabalhado, um vídeo com tema gerador por nome "Ilha das Flores" que de flores não tem nada, a não ser o fato de chamar a atenção para quem o vídeo for assistido. Tivemos a colaboração de uma funcionária da escola na organização do datashow, do notebook e demais cabos para uma melhor acomodação ao tamanho da sala. A professora josefa já havia discutido com a turma o objetivo dessa atividade planejada, o que muito colaborou na sensibilização dos alunos diante da proposta do tema abordado pois como nos lembra Prado quando nos diz que o envolvimento dos alunos no processo de aprendizagem é de fundamental importãncia para a sua vida e e o seu mundo.
O vídeo inicia seu caminho expondo uma frase que chamou logo atenção da turma quando diz; "Deus não existe". Sim, a maioria já se espantou com a mesma, pois a maioria dos alunos acreditam em Deus; assim, cada imagem em conjunto com a voz do narrador permitiam aos alunos uma observação crítica, um sentimento de humanidade, um retorno suas memórias em outros locais. Após o término do vídeo abrimos ao diálogo democrático para que todos utilizassem o mesmo para colocar suas opiniões, idéias, críticas e observações sobre a mensagem do autor do video. A maioria ficou chocada com a situação desumana das pessoas na referida Ilha das Flores, pois o descaso das autoridades competentes era e é grande para com essa comunidade. A discussão ampliou-se a outros temas como religião, saúde, educação e outros mais, o que possibilitou a todos inclusive nós professoras mediadoras, a certeza de que valeu a pena essa aula, seu plano, seu objetivo, seu processo democrático e participativo, bem como o uso de novos equipamentos tecnológicos em sala de aula, facilitando a interação dos meios materiais disponíveis e o ser humano ativo, rico de história e letramento politico e social. Como nos lembra Valente (Puc-SP), quando nos diz que todo cidadão e cidadã pode ser capaz de atuar na sociedade do conhecimento, expondo, criticando, avaliando ou inferindo, sempre buscando o melhor para a sua comunidade. Acatamos de bom grado e democraticamente observações críticas de alguns alunos mais jovens diante do tema abordado e entendemos suas inquietações pois os mesmos ainda não possuem uma formação apurada dos problemas ambientais e suas consequências para a comunidade e consequentemente para o mundo.Ficamos de analisarmos juntos com os mesmos outras discussões de temas que mais os atraem como drogas, sexualidade, diversidade cultural, religiosa, política etc. Fica aqui meus agradecimentos a professora Josefa e sua turma, a funcionária Suely na colaboração da organização dos equipamentos tecnológicos, bem como e acima de tudo a Deus, Nosso Criador. "As distãncias somavam a gente para menos"   (Manoel de Barros). Natal, 23 de setembro de 2014 - 15:49h.

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